sábado, 28 de janeiro de 2012

Estudo indica que infecções de HPV oral são mais comuns em homens

Infecções na boca e na garganta de uma doença transmitida principalmente pelo sexo conhecida como papilomavírus humano (HPV), que pode levar ao câncer, são mais comuns entre os homens do que entre as mulheres, segundo um estudo americano divulgado nesta quinta-feira (26).
Cerca de 7% da população dos EUA com idade entre 14 e 69 anos tem HPV oral, informou a pesquisa publicada no Journal of the American Medical Association, com uma taxa de incidência de 10.1% entre os homens e 3.6% entre as mulheres.As descobertas esclareceram ainda mais uma crescente epidemia de câncer nas regiões da cabeça e do pescoço ligada ao HPV que devem superar os casos de câncer de colo de útero em 2020, e pode justificar os testes clínicos de uma vacina de HPV contra lesões orais, disseram os autores do estudo.Atualmente a vacina de HPV é recomendada para meninos e meninas logo cedo, nas idades de 9 a 10 anos para evitar futuros cânceres de colo de útero e anal.O estudo incluiu 5,579 pessoas que participaram da Pesquisa Nacional de Avaliação da Saúde e Nutrição (NHANES, na sigla em inglês) de 2009-2010, e concordaram com um teste de enxágue bucal de 30 segundos em um centro de exames móvel.O estudo descobriu que o HPV oral é mais frequente entre pessoas idosas, em parceiros sexuais recentes e entre fumantes, pessoas que bebem muito álcool e entre usuários, atuais ou antigos, de maconha.As maiores taxas de HPV oral entre os homens são vistas com mais frequência nas idades de 60 a 64 anos, com 11,4% de casos nessa faixa etária. O segundo nível mais alto foi encontrado entre homens de 30 a 34 anos.
Sexo oral
De acordo com a especialista Maura Gillison, do Ohio State University Comprehensive Cancer Center, os dados sugerem que a provável causa das infecções de HPV oral está ligada ao sexo."Analisados juntos, esses dados indicam que a transmissão pelo contato casual, não sexual, é pouco comum," escreveu ela, pedindo mais estudos nesta área para estabelecer o que os pesquisadores chamam de "história natural" da doença."Apesar da infecção de HPV oral ser a causa do câncer que está crescendo em incidência nos Estados Unidos, pouco se sabe a respeito da epidemiologia da infecção", indicou Gillison."Estudos de história natural de infecção de HPV oral são, portanto, necessários para entender os efeitos da idade, do sexo, e os fatores de risco modificáveis (por exemplo, fumo e comportamento sexual) quanto à incidência e duração da infecção de HPV oral".
CâncerCânceres orais "cresceram significativamente nas últimas três décadas em vários países e o HPV tem sido diretamente relacionado como causa subjacente," de acordo com informações do artigo.
Gillison, que estuda o HPV e o câncer há 15 anos, disse em uma conferência científica realizada nos EUA no ano passado que quando pessoas que têm HPV oral são comparadas com aquelas que não têm, "o único grande fator é o número de parceiros com quem elas fizeram sexo oral."Pessoas com infecções de HPV oral têm 50 vezes mais chances de ter câncer oral que as pessoas que não têm HPV.Os pesquisadores observaram um aumento de 225% nos casos de câncer oral nos Estados Unidos de 1974 a 2007, principalmente entre homens brancos.O HPV está ligado a quase 13 mil casos de câncer de colo do útero por ano em mulheres americanas, sendo que 4.300 deles são fatais.
Pesquisadores acreditam que o número de casos de câncer oral vai superar o número de casos de câncer de colo de útero nos próximos oito anos.O estudo foi financiado em parte pela gigante farmacêutica Merck, que produz a vacina contra HPV.A Gardasil da Merck foi aprovada para meninas e mulheres de idades entre 9 e 26 anos em junho de 2006 e para homens na mesma faixa etária em outubro de 2009.

Fonte:www.uol.com.br

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Mais de 3 mil vagas abertas na Atenção Básica

Prorrogadas as inscrições de médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas no Provab. Secretarias de Saúde e instituições de ensino ainda podem aderir
Médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas de todo país estão sendo convocados a participar do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica (Provab) que oferece 3,7 mil vagasde trabalho. O Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação e gestores municipais oferecem uma oportunidade de emprego que ainda pode ser parâmetro para a residência médica, caso seja interesse do profissional. Os médicos que tiverem uma boa avaliação de desempenho receberão pontuação adicional de 10% na nota nos exames de residência médica que porventura vierem a prestar. Além disso, os profissionais vão reforçar os recursos humanos da atenção básica em municípios com carência.
O período de inscrição no Provab foi prorrogado até o próximo dia 12. Estão sendo oferecidas 2 mil vagas para médicos, mil para enfermeiros e 700 para cirurgiões-dentistas.
“O Provab é mais um dos programas do Ministério da Saúde que visa ampliar a assistência principalmente aos usuários do SUS que ainda têm dificuldades para acessar serviços e profissionais de saúde. Além disso, o programa oferece aos profissionais participantes a oportunidade de conhecer diferentes realidades e de exercer a profissão onde a população mais necessita, fortalecendo a dimensão de relevância social de sua atuação.”, analisa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
INSCRIÇÕES – O processo seletivo está dividido em duas fases: a fase de habilitação e a fase de seleção. A fase de habilitação vai até dia 12 de fevereiro, e as inscrições devem ser efetuadas via internet (
clique aqui). Poderão se inscrever médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas que tenham concluído a graduação, e que tenham registro profissional junto ao respectivo conselho de classe no início das atividades profissionais. Os candidatos deverão indicar, em ordem de preferência, as seis localidades em que desejam atuar.
Ao preencher o formulário eletrônico, o candidato deverá anexar arquivo contendo cópia do diploma de graduação ou certificado de conclusão de curso e cópia de documento de identificação com foto, conforme determina o
edita lque traz a descrição detalhada do processo. Candidatos que encontrarem dificuldades técnicas para realizar a inscrição podem tirar suas dúvidas pelo endereço nti.dab@saude.gov.br.
Terão preferência os candidatos que tiverem se graduado em instituição de ensino superior que for entidade supervisora do município da vaga pretendida, tiverem nascido ou atuarem no mesmo estado da vaga pretendida e tiver maior idade. Também será considerada a ordem de inscrição.
Municípios também devem aderir ao programa
Os médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas vão atuar em municípios com carência de profissionais e que tenham aderido ao Provab. Podem participar os municípios listados na
Portaria Conjunta n° 2 (2011), definidos pelo Ministério da Saúde segundo o percentual da população em extrema pobreza e da população residente na área rural.Os municípios selecionados foram agrupados de acordo com os seguintes perfis: população rural e pobreza intermediária ou elevada; populações quilombola, indígena e assentamentos rurais; capital ou região metropolitana; população maior que 100 mil habitantes.Até o momento, 554 municípios aderiram ao programa, sendo que o estado com a maior quantidade de adesões foi Minas Gerais (81), seguido pelo Ceará (70) e por São Paulo (48). “É muito importante que os municípios participem desta ação, pois ela vai causar um impacto positivo significativo na assistência à população nesses locais. Esses são municípios que precisam aumentar o número de profissionais atuantes para conseguir fornecer um serviço integral e de qualidade” explica o ministro da Saúde, Alexandra Padilha.A adesão de municípios e de instituições supervisoras (universidades) ainda está aberta, e pode ser realizada até o dia 7 fevereiro, por meio desta página.(site do ministério da saúde).
Fonte: site: ministério da saúde: http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/index.cfm

Férias no exterior exigem vacinação contra sarampo e rubéola

Quem vai viajar para o exterior nas férias, deve vacinar-se contra o sarampo e a rubéola. A recomendação é do Ministério da Saúde e vale, principalmente, para os brasileiros com destino à Europa, aos Estados e Unidos e a outros países americanos.
Nessas regiões do mundo, quem não está imunizado, corre o risco de contrair as doenças. No continente europeu, por exemplo, foram registrados, este ano, mais de 25 mil casos de sarampo, em 33 países.
Vacina
O ideal é tomar a vacina 15 dias antes da viagem. A dose está disponível nos postos de saúde e protege também contra a caxumba. Crianças com 1 ano de idade devem tomar a vacina novamente, mesmo imunizadas anteriormente. A vacinação é contraindicada para bebês com 6 meses de idade e pessoas com restrições médicas.
No Brasil, não há circulação dos vírus do sarampo e da rubéola. Os casos notificados de sarampo no País são considerados importados, ou seja, a infecção ocorreu por vírus presente em outros países. Em 2011, foram 42 casos importados em oito estados. Os sintomas mais comuns da doença são febre, tosse seca, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite.
Transmissão da doença
A transmissão das duas doenças acontece pela via respiratória, quando o doente expele secreções ao tossir, falar ou respirar. Outra forma de contrair rubéola é quando grávidas infectadas transmitem o vírus para o bebê, o que pode levar o feto à cegueira e surdez. Os sintomas são aumento dos gânglios, febre e dores de cabeça e no corpo.

Ministério da Saúde amplia faixa etária para vacinação contra hepatite B

Além de manter em dia as vacinas das crianças, os adultos também devem ficar atentos para a atualização da própria caderneta de imunização. É preciso se proteger contra a hepatite B, a difteria, o tétano, a febre amarela, o sarampo, a caxumba e a rubéola.
De acordo com o Ministério da Saúde, a partir dos 20 anos, quatro vacinas devem ser tomadas. A trílplice viral protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola, por meio de dose única. A vacina dupla adulto protege contra a difteria e o tétano, sendo necessária uma dose a cada dez anos. A vacina contra a febre amarela também deve ser aplicada uma vez a cada dez anos.
Já a vacina contra a hepatite B, a partir de 2012, terá a faixa etária limite ampliada de 24 anos para 29 anos. A imunização só é eficaz quando as três doses são administradas – com intervalos de um mês após a primeira dose e de seis meses após a segunda dose.
Além da vacinação de rotina, a população adulta também deve ficar atenta para as campanhas nacionais, que acontecem no país desde 1980. Em 2011, foram realizadas três campanhas: contra a influenza ou gripe sazonal, contra a poliomielite e contra o sarampo.

Vacina contra paralisia infantil passará a ser injetável

O Governo Federal, através do Ministério da Saúde, mudou as regras para a vacinação contra a poliomielite, a paralisia infantil. De acordo com a chefe da Divisão de Imunização da secretaria municipal de Saúde de Porto Velho, Luzanira da Costa, as primeiras doses da vacina serão injetáveis e deverão ser aplicadas em crianças de dois e quatro meses de nascida.
Luzanira explica que as mudanças serão colocadas em prática somente a partir do segundo semestre de 2012. O objetivo do governo é diminuir os riscos adversos que poderão ser provocados pela “gotinha”. “Como a vacina injetável é inativada, esses riscos são zero”, afirmou. Outro ponto importante é que o governo pretende diminuir ainda mais o risco das crianças contraírem a paralisia, e acrescentou que riscos adversos são reações que a dose oral pode causar, a exemplo da perda de movimentos por um certo período.
Conforme o calendário de imunização, no dia 16 de junho será realizada a 1ª etapa da campanha contra a paralisia infantil em todo o território nacional. Nessa data, todas as crianças menores de cinco anos ainda receberão a “gotinha”. Em agosto, quando houver o chamamento para atualização do cartão de multivacinas, a dose para crianças de dois e quatro meses já será injetável. A terceira dose, com seis meses de vida e a de reforço, com um ano e três meses, voltará a ser pelo método tradicional (gotinha). Para as demais crianças não haverá alteração.
Outra novidade, segundo Luzanera, é que a partir do segundo semestre será disponibilizada pela rede pública a vacina pentavalente, também injetável. Com uma única dose, as crianças serão imunizadas contra tétano, difteria, coqueluche, meningite e hepatite tipo B. Ela também informou que o governo já estuda a possibilidade de criar a vacina para combater sete tipos de doenças com uma única dose. “É uma forma de diminuir o sofrimento das crianças, a ida aos postos de saúde e os custos para o governo”, comentou.
Além de reunir as cinco vacinas da pentavalente, a hepta vai imunizar as crianças contra meningite tipo C e a poliomielite. A paralisia infantil é considerada erradicada no Brasil desde 1994.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Opção por não menstruar é segura, afirma especialista.

Uso contínuo de contraceptivos não acarreta danos à fertilidade e nem ao organismo.

Emendar uma cartela de anticoncepcional na outra ou recorrer aos contraceptivos que evitam o sangramento mensal são alternativas que ainda assustam parte das mulheres.
O principal receio, afirmam elas, é o comprometimento da fertilidade futura e também a possibilidade do uso acarretar danos ao organismo.
Mas a alternativa “menstruação zero” é segura, explica Rogério Bonassi, presidente da Comissão de Anticoncepção da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia (Febrasgo).
Segundo ele, para aquelas pacientes que enfrentam sintomas desagradáveis como TPM intensa ou são portadoras de doenças crônicas, como o diabetes, as chamadas pílulas de uso contínuo – sem pausa para o ciclo menstrual – são as mais indicadas.
Delas: Ficar sem menstruar por longos períodos, por vezes até anos, é uma opção segura?Rogério Bonassi: Sim, é uma das opções de contraceptivos para a mulher. Existem pílulas no mercado, inclusive, feitas com composição hormonal diferenciada, de progestagênio, que são voltadas para evitar o sangramento mensal, sem danos à mulher. A alternativa de emendar uma cartela na outra, sem o tempo de parada para o ciclo, também é válida. O mesmo vale para os anéis vaginais e para as injeções de anticoncepcionais.
Delas: Estas pílulas que evitam a menstruação têm alguma contraindicação?Rogério Bonassi: Não há ressalvas e, inclusive, as pílulas de progestagênio são indicadas para um grupo específico de mulheres. Aquelas que já têm algum risco cardiovascular, são fumantes e têm mais de 35 anos, têm diabetes ou hipertensão em situação de descontrole são mais indicadas como usuárias deste tipo de contraceptivo. Isso porque elas convivem com problemas de saúde agravados pelos hormônios e isso deve ser considerado na hora de escolher qual método usar. Mas só quem pode definir isso é o médico da mulher, em uma escolha individual e partilhada. A paciente que não deseja mais menstruar deve comunicar isso ao especialista e, junto com ele, buscar a opção mais segura.
Delas: Algumas mulheres temem não menstruar por medo disso comprometer a fertilidade no momento em que ela decidir engravidarBonassi: Não existe hoje uma só evidência de que o uso de pílula, mesmo que contínuo, comprometa a fertilidade feminina. A literatura mostra que, em geral, as usuárias de pílula, quando cessam o uso, engravidam entre 4 e 5 meses após a parada, podendo ser antes ou depois disso. Entre quem usa o método injetável este período de espera salta para a média de 9 meses, mas também com muita variação. O que existe é que muitas mulheres convivem com algumas alterações que comprometem a gravidez sem nem saber disso, como é o caso da endometriose ou o da síndrome do ovário policístico. E é este problema de saúde o responsável pela dificuldade de gestação e não o contraceptivo.
Delas: Outro argumento é que menstruar é um mecanismo para limpar o corpo da mulher. Isso procede?Bonassi: É um mito. Menstruar não é um mecanismo de expelir impurezas. Não tem base científica nenhuma nesta informação. A menstruação só mostra que a mulher está preparada para engravidar, nada mais que isso. Por este motivo, não há prejuízo caso ela não queira sangrar mensalmente.
Fonte:www.ig.com.br

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Adminstracao de medicamentos parenterais

A administracao de medicamentos e um dos procedimentos mais cruciais para a enfermagem. Tao importante como ter conhecimento sobre os efeitos e reacoes que o medicamento pode causar, e necessario ter competencia e habilidade para administrar tais medicacoes, passando assim para o paciente confianca e seguranca, minimizando a ansiedade e aumentando assim a eficacia da medicacao.
Para que sejam evitados erros ao administra medicacoes, deve-se conferir sempre os cinco passos certos para administracao medicamentosa:
Paciente certo;
Medicacao certa;
Dosagem certa;
Via de administracao certa;
Horario certo.

Tambem e de extrema importancia observar a data de validade, ja que medicamentos vencidos podem ser nocivos e/ou nao atingirem seu real efeito.
No preparo de medicacoes parenterais e importante observar a presenca de reacoes medicamentosas e ainda observar os locais corretos e de volume suportavel.
Por ultimo, vale a pena comentar a necessidade de manter uma tecnica asseptica no preparo, levando em conta a importancia das lavagens das maos.E tambem a importancia da anotacao de enfermagem de reacoes adversas e recusa de medicacoes, alem da checagem com identificacao das medicacoes administradas.

Interacao e incompatibilidade fisico-quimica medicamentosa
As interacoes medicamentosas tem importancia consideravel, uma vez que estas exercem influencia direta sobre o efeito farmacologico desejado. Essas interacoes em uma conduta terapeutica podem ser beneficas, quando a somatoria dos efeitos favorecem a cura ou a supressao dos sintomas indesejados; ou maleficas quando a somatoria exacerba ou anula por mecanismos competitivos entre os medicamentos, causando reacoes indesejadas ou imprevistas.
Existem tres tipos de interacoes: farmaco cineticas, farmaco dinamicas e fisico quimicas.
Interacoes farmacos cineticas e quando uma substancia interfere na absorcao, distribuicao, biotransformacao ou eliminacao da outra quando administradas conjuntamente.
Interacoes farmaco dinamicas ou farmacologicas e quando a interacao esta relacionada ao mecanismo de acao dos farmacos, que podem ser aditivos ou antagonicos e interferem diretamente no efeito farmacologico desejado.
Por ultimo, interacoes fisico-quimicas e quando duas ou mais substancias reagem de forma direta, inativando-se ou formando uma substancia toxica ao organismo. comum as substancias reagirem dentro de uma seringa ou mesmo em um frasco de solucao parenteral e essas reacoes nem sempre sao visiveis.Isto pode ser chamado tambem de incompatibilidade fisico-quimica.

Cuidados basicos antes da aplicacao de injecoes

A sala para preparo de medicacoes de ser um ambiente arejado, com boa iluminacao e com tela para protecao contra insetos nas janelas. Deve conter armarios e bancadas com gavetas, pias e coletores de material perfuro cortantes. De preferencia nao utilizar pias para preparo de medicamentos para evitar respingos e contaminacao das medicacoes em preparo.
A sala e a bancada utilizadas devem ser limpas sempre que necessario e ao termino de cada plantao.
As bolas de algodao devem ser guardadas secas e o alcool em uma almotolia. Nunca manter as bolas de algodao embebidas em alcool, pois isso favorece a contaminacao. Tambem as bolas de algodao devem ser mantidas em recipiente com tampa.
Deve-se observar na prescricao medica o nome do paciente, data da prescricao, nome do medicamento, dosagem a ser administrada e horario.
Em relacao ao medicamento, observar aspecto da substancia (se nao existe alteracao de coloracao, presenca de depositos ou turvacao) e validade das drogas.
Por fim cita-se a importancia da lavagem das maos a fim de evitar infeccoes cruzadas. Lava-las sempre que for preparar medicacao apos a administracao e entre a manipulacao de pacientes.

Administracao por via intrademica







E a administracao de medicacao na derme ou corio.
Esta via e indicada para:
Reacoes de hipersensibilidade (PPD e Shick Difteria);
Avaliar sensibilidade alergica;
Autovacina;
Imunizacao BCG (Bacilo de Calmette Guerin).

O volume maximo administrado por esta via e de 1 mL., sendo caracteristicas destas solucoes serem cristalinas e isotonicas.
O principal local de aplicacao e a face inter e ventral do antibraco.


A area deve ser pobre em pelos e de pouca vascularizacao, exceto a vacina BCG que e padronizada a aplicacao na insercao inferior do deltoide direito.

Tecnica de aplicacão:


Distender a pele da regiao, utilizando os dedos polegar e indicador da mao esquerda;
Mantendo sempre o bisel voltado para cima, com um angulo de aproximadamente 10 a 15 graus, introduzir cerca de 1/3 da agulha, sendo que esta deve ficar paralela a regiao de aplicacao e, sobretudo, superficializada;
Certificar-se de que nenhum vaso foi atingido puxando o embolo;
Ao injetar a solucao observar a formacao de uma papula;
Ao retirar a agulha, nao massagear o local. Se houver sangramento comprimir suavemente com uma bola de algodao seca.
Nesta via de administracao, nao e realizada antisepsia do local escolhido, ja que esta pode causar resultados falso positivo em testes de hipersensibilidade e / ou reducao das atividades das vacinas. Utilizar apenas bola de algodao seca para maior conforto do paciente.